Quarta-feira, 21 de Novembro de 2007

Semana Aberta, dia 20 de Novembro de 2007

         No âmbito da Semana Aberta das cidades criativas os dois grupos participantes no concurso juntamente com a professora de Área de Projecto deslocaram-se à Universidade de Aveiro.

         Pelas 14:30 horas iniciou-se a apresentação dos respectivos projectos seguida de propostas por parte do Professor José Carlos Mota, num ambiente bastante informal. Este mostrou-se aberto às nossas ideias e dificuldades, abrindo-nos horizontes para pistas e caminhos a trilhar. Sempre da utopia para a realidade. Pensando no futuro e adaptando no presente. Com a força criativa da criatividade.

         Queremos que Albergaria renasça da morbilidade que a enferma.

         Sentímos um estímulo para continuar.

         Obrigado U.A.

         Obrigado Prof. José Carlos Mota.

 

 

publicado por albergariacriativa às 14:35
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Terça-feira, 20 de Novembro de 2007

AlberSapo


         Nós somos os seus progenitores e... pasme-se... somos muito mais do que um, ou dois.
         O que a Biologia não explica, vamos nós tentar explicar... O sapo Alber é vaidoso. Usa os turcos como brincos. E estas argolas (que por acaso se comem e são muito boas), são um doce regional da nossa vila.
         Como o Outono tem estado quente, pensámos em cobrir a pele nua do nosso Alber com um lenço de tons roxos, que reflecte a cor do município, tendo os turcos e raivas a decorá-lo.
         Aguardem por novas notícias.. O Alber glutão ir-vos-à  apresentar a autora das gulodices e a sua história.




         De forma a personalizar ainda mais o nosso blog com um toque de Albergaria-a-Velha, decidimos criar o Alber "localíssimo", que há pouco nasceu.
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Segunda-feira, 19 de Novembro de 2007

Correios e telégrafos

 

         Os primeiros serviços surgiram em 1830, tendo sido nomeado um correio-assistente que distribuía e recebia para expedir a correspondência em sua casa.

         Em 1834, havia já um abridor, que recebia, carimbava e distribuía as cartas na sua loja, situada em frente ao Hospital.

         No ano seguinte, tomou conta da casa e da avença do correio António A. Henriques Ferreira, o qual em 1853, com a entrada em circulação dos primeiros selos postais, com a efígie da Rainha D. Maria II, foi nomeado Director do Correio. Até esta data as cartas daqui saídas levavam a indicação da origem num carimbo "ALBERG. V. " e a quantia manuscrita do porte. Depois, os selos tinham aposto um carimbo de vinte barras juntas, com o nº79. Com a segunda Reforma Postal, de 1870, a Albergaria foi atribuído o nº80.

         Em 1880, foi aquui criada a estação telégrafo-postal e o carimbo passou a ser redondo, com dois circulos concêntricos e , entre eles, em cima, a designação CORRºETELº, e, em baixo, o nome da nossa terra apenas designada por ALBERGARIA. E manteve-se assim até meados do sec.XX.

         A correspondência era inicialmente transportada no dorso de muares, com os inconvenientes que se podem imaginar.

         Em meados dos anos cinquenta do sec. XIX começou a usar-se o serviço de mala posta.

         Em 1864, a ligação ferroviária de Lisboa a Gaia deu rapidez e comodidade aos transportes. A correspondência saída ou chegada a Albergaria, passou a usar a estação de Estarreja. Assim foi possível receber cartas e jornais de Lisboa, Coimbra e Porto a Albergaria em vinte e quatro horas bem como a expedição de cartas e jornais também de lá, o que representava uma notável melhoria.

         A correspondência para o interior continuou a utilizar a deligência ( Companhia de Omnibus) e os correteiros e recoveiros.

         Nota: em breve tentaremos mostrar os carimbos utilizados.

publicado por albergariacriativa às 19:36
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Semana Aberta das Cidades Criativas (Universidade de Aveiro )

 

 

 

 

 

         "Esta semana a Universidade de Aveiro está a organizar a Semana Aberta das “Cidades Criativas” para a qual convidámos as várias equipas participantes para um atelier/fórum de apresentação e discussão das várias ideias de projecto e metodologias.

         Vamos organizar vários ateliers de trabalho, coordenados pelos docentes envolvidos na organização deste concurso e para o qual serão convidados profissionais licenciados em Planeamento Regional e Urbano (PRU) e alunos dos cursos de PRU e de Administração Pública (AP).

         Num ambiente informal, as equipas participantes irão fazer uma apresentação do trabalho que estão a desenvolver (em particular os objectivos e metodologia) e ouvir as sugestões dos docentes, profissionais do planeamento do território e alunos das licenciaturas em PRU e AP.

         Estará presente um elemento da organização que irá fazer uma reportagem fotográfica/vídeo que irá sendo colocada no blogue do concurso http://cidadescriativas.blogs.sapo.pt/, ao longo dos diversos dias, para que todos os participantes do concurso que não possam vir a Aveiro possam recolher alguns ensinamentos sobre esta estimulante experiência.

         Mais informações aqui ou através dos contactos tlf. 234 372 482 ou tlm. 961 760 503".

         NÓS VAMOS AMANHÃ!

 

 

publicado por albergariacriativa às 16:27
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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

O inicio da viragem urbana

         Por iniciativa de José Luiz Ferreira Tavares, Presidente da Câmara, mais tarde feito Comendador, pelo Rei, criou-se um centro cívico na sede do concelho. Este, depois da sua morte, a partir de 1889, por decisão municipal passou a denominar-se Praça Ferreira Tavares.

         Iniciou-se assim a construção de um edificio digno para os Paços do Concelho e dali partiram novas ruas, projectaram-se outras povoações, foi melhorado o abasticemento de àgua e procurou a acabar-se com a estrumeiras nas ruas que eram um velho e nefasto hábito neste local.

         Pela mão de Ferreira Tavares entrou na mesma época para a Câmara, como encarregado de obras, o Tenente Jacinto Inácio de Brito Rebelo (engenheiro militar a trabalhar nas Obras Públicas do Distrito de Aveiro, que fixou residência durante 12 anos no Concelho e acabou aqui por constituir família). Foi ele quem concebeu, planeou, desenhou e impôs a sua concepção do centro cívico que hoje existe e abriu um novo espaço urbano. Também estudou e dirigiu o começo de construção de estradas, tendo sido ainda da sua autoria a planta da primeira tentativa de levantamento do edifício para os Paços do Concelho.

         Com a saída do Comendador Ferreira Tavares da Câmara e a partida de Brito Rebelo para continuar a sua carreira militar, as obras e os projectos e curso foram interrompidos, devido à falta de dinheiro e de crédito, de vontade, empenhamento, competência e dedicação.

         Só vieram a ser retomados com a entrada para a Câmara de Bernardino Máximo Álvares de Araújo Tavares e Silva de Albuquerque que foi eleito em 1878 e se manteve em eleições até à queda da Monarquia em 1910.

         Benardino Máximo de Alberquerque modernizou a administração e continuou a viragem urbana, mandando construir, à custa de difíceis empréstimos e com a nova planta, o edifício dos Paços do Concelho, iniciando em 1891 e terminando em 1897. Fomentou o abastecimento de água, a instalação de lavadouros e a difusão do ensino com a abertura de novas escolas. Promoveu a abertura de várias ruas e a criação de uma rede viária fluente, ligando entre si todos os lugares do concelho.

         A estes três homens deve-se a obra da antiga aldeia transformada em vila, sem a qual oo concelho teria permanecido em apagada modorra ou previsível extinção.

      Para além disso também contribuíram para a satisfação de necessidades indispensáveis aos serviços e à população.




Legenda: Fotografia antiga da Avenida da Praça Nova, em 1908




Legenda: fotografia actual da Avenida Napoleão Luiz Ferreira Leão



publicado por albergariacriativa às 15:32
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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2007

Feira de Outono

publicado por albergariacriativa às 21:35
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Quinta-feira, 8 de Novembro de 2007

Bandeira e Brasão de Albergaria-a-Velha - Simbologia

         

Bandeira com o brasão de Albergaria-a-Velha       



        Nem sempre todas as freguesias possuíram brasão. Apenas a partir da instauração da República é que se realizou um esforço para padronizar os brasões, antes disso e um pouco durante esse processo só as localidades mais importantes possuíam brasão.

        Na conclusão desse processo foi adicionado aos brasões uma maneira de identificar o estatuto da sede municipal. Tal faz-se através da coroa mural do brasão, onde por exemplo 5 torres equivalem a uma cidade, 4 torres a uma vila e 3 torres relativo a aldeias.

        Apenas a partir de 1991 é que foi decidido que todas as freguesias tinham direito a ter um brasão e à respectiva bandeira.

        Na construção destes podem constar apenas 8 cores e 2 metais: negro, vermelho, verde, púrpura e azul (como principais, o laranja o castanho e a cor de pele (como secundários); os metais são o ouro e a prata.

 


Ordenação heráldica do brasão e bandeira


         Armas - Escudo de ouro, com uma cruz azul. Orla de negro carregada de oito rosas de ouro folhadas de verde e abotoadas de vermelho.

         Coroa mural de quatro torres de prata. Listel branco com legenda de negro: "vila de Albergaria-a-Velha"

         Cor azul - símbolo do espírito cristão, da representação das armas de D. Teresa e o antigo nome de Santa Cruz de Albergaria-a-Velha, a rainha D.Teresa mandou criar a "albergaria, "servindo de exemplo à protecção aos pobres, doentes e aos desprotegidos da sorte"

         Orla de negro - representada de negro por ser deste esmalte que, em heráldica, se representa a honestidade e a terra.

         Oito rosas de ouro - representam a caridade, generosidade, a esmola que se dá aos pobres, foi escolhido ouro porque este material significa nobreza, constância e liberdade.

         Escudo de ouro - por ser este o material mais nobre.

publicado por albergariacriativa às 20:31
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Terça-feira, 6 de Novembro de 2007

Do Passado para o Presente

 

 

(Fotografia antiga - data incerta - e fotografia recente - 2007 - da Praça da República)

publicado por albergariacriativa às 09:28
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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2007

História de Albergaria-a-Velha: Parte 2

        

Napoleão Bonaparte (1769-1821)

 

 

         No inicio do sec. XIX, Napoleão Bonaparte invadiu o nosso país e alcançou as terras que hoje constituem o concelho de Albergaria-a-Velha. Algumas destas investidas ficaram dolorosamente marcadas na memória do povo dignificado pela sua resistência contra o invasor.

          A primeira invasão, comandada por Junot, entrou em Portugal em Novembro de 1807, com cerca e trinta mil homens franceses e onze mil espanhóis, os quais, tendo cometido roubos e  atrocidades habituais, ocuparam Lisboa sem qualquer restrição porque o exército português nao reagiu, cumprindo ordens do Príncipe Regente que, com a Corte, tinha partido para o Brasil, pouco antes da entrada dos franceses.

          Os franceses acabaram por ser derrotados pelo exército Anglo-Luso em Agosto do ano seguinte. De acordo com a convenção de sintra (negociada entre ingleses e franceses), as tropas de Junot puderam regressar ao seu país levando as suas armas e os objectos roubados.

         Porém foi a segunda invasão francesa com a entrada por Chaves, em Fevereiro de 1909 e comandada pelo Marechal Soult, que causou mais sofrimento.

         Em 28 de Março, o exército inimigo entrava no Porto retardado pelas tropas portuguesas.

         Depois da ocupação da cidade do Porto, a intenção das tropas francesas era atingir Lisboa. Para isso foram até ao Rio Vouga preparar a passagem até à capital. Os franceses percorreram a margem direita, ocupando Mouquim, Serém, Alquerubim, S.joão de Loure, Angeja, e Albergaria-a-velha.

         Do outro lado do Vouga estavam as tropas portuguesas comandadas pelo Coronel Trant e entre elas o corpo Militar Académico, formado por voluntários.

         O povo sentiu directamente esta invasão e a violência das tropas napoleónicas que começaram nas exigências e acabaram em roubo, espancamento, violação e assassinato.

         O povo português reagiu e atacou o invasor.

 

 

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publicado por albergariacriativa às 16:09
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